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miércoles, 8 de enero de 2020

COLON CORSARIO FRANCIA Y PORTUGAL 1476-1477 EN CRONICA DE ACENHEIRO.

                                                      Ida a Framssa

"...Como El Rei Dom affonso foi en Portugual partio pera Framsa, o ano de Christo de mil e quatro cemtos e setemta e seis, a pedir socorro a El Rei de Tramsa; e a Tainha ficou é Abrantes : e El Rei levou desaseis navios, e húa urqua, e quatro cemtos é cavalgaduras.E CULÁO cosairo,se veio pera elle a Laguos; e daqui foi El Rei a Cepta,que avia pouco que fora sercada dos castelhanos pella almina, e pellos muros da parte da terra, omde os Mouros cometeram ao Capitam que lehe dariam quamtos arrefens quisesem, e lhe desem entrada por Cepta pera irem dar nos Castelhanos, e os matarem, ou tomarem todos, e elle sria livre do cerquo, mas nam se fez tal partido.

miércoles, 4 de julio de 2018

COLON CORSARIO FRANCIA Y PORTUGAL ( AÑO 1476 ).



 ..Con escuadra organizada en los puertos del Cantábrico, arrojó de sus costas el capitán Ladrón de Guevara á la armada francesa, traída de Normandía por el almirante Cullán ó Colón para estrechar el sitio de Fuenterrabía, donde fracasó lo mismo que en Bermeo, Rivadeo y pueblos de Galicia

miércoles, 30 de mayo de 2018

COLON CORSARIO FRANCIA Y PORTUGAL 1476-1477 EN CRONICA RUI DE PINA.

"....

    De como romperam as batalhas, e as do Príncipe venceram as d´El- Rei D. Fernando, e a d'El Rei D. Fernando venceu a d´El- Rei D. Afonso, que se recolheu a Crasto Nunho, e do mais que se seguiu até fim da batalha

    E postas e ordenadas com espantosa vista as azes de uma parte e da outra para encontrar, sendo já casi sol posto, El-Rei mandou dizer ao Príncipe que com sua benção rompesse logo, o qual por lhe obedecer e cumprir o que tanto desejava, depois de em ambas as batalhas se fazer pelas trombetas sinal de batalha, elle e assi seus capitães com singular destreza e maravilhoso esforço, deram assi rijamente nas batalhas contrairás, que nem podendo ellas soffrer nem resistir tanta força, logo uma após outra foram desbaratadas e postas em fugida. 

   E para aquella hora ante da peleja deu o Príncipe á sua gente por apellido S. Jorge e S. Christovâo, S. Jorge por padroeiro de Portugal, e S. Christovâo por devoção de Jorge Corrêa, commendador do Pinheiro, que na mesma hora lh'o lembrou ; era alferes do Príncipe que levava sua bandeira Lourenço de Faria, homem fidalgo, que n'este dia e em todo los outros por sua obediência e esforço o fez como bom cavalleiro, e o Príncipe por tal o reconheceu sem pre.

    E assi como as batalhas do Príncipe no desbarato fizeram a estas d'El Rei D. Fernando, assi a batalha grande d'El-Rei D. Fernando fez na d'El-Rei D. Affonso, que sem alguma força nem resistência a rompeu logo, e destroçou com damno e mortes de muitos, e não foi sem causa ser assi, porque na batalha do Principe era a frol dos fidalgos e nobre gente de Portugal, que falleceram n'esta d'El-Rei D. Affonso, e mais na batalha d'El-Rei D. Fernando vinha muita e mui grossa gente d'armas eucubertados, além dos ginetes, e mais lançaram diante de si uma gram soma d'espingardeiros, que ao romper fizeram com seus tiros fronteiros duvidar e enfiar os cavallos e a gente da batalha d'El-Rei D. Affonso. 

  Na qual sendo elle com sua bandeira dos dianteiros, acharamse com elle ao tempo do encontrar -mui poucos, entre os quaes eram D. Gomez de Miranda, Prior de S. Marco em Castella, e Bispo que depois foi de Lamego em Portugal. 

  E por tanto vendo-se em alguma maneira da victoria desesperado, conveio-lhe volver e procurar por sua salvação, parecendo-lhe que pois a sua batalha onde a mais força estava fora desbaratada, que a do Principe seu filho em que havia menos gente e de que não havia vista nem recado, também seria perdida. 

  Pelo qual havendo já suas cousas por chegadas ao derradeiro estremo de desaventura, vendo já diante entre si e a ponte de Touro muita gente contrairá, crendo que sem ser morto ou preso se não podia já á dita ponte recolher, foi aconselhado por Pedralvares de Souto-Maior, conde de Caminha, e por João de Porras, e por outros poucos que o sempre acompanharam, que por aquella noite se acolhesse á fortaleza de Crasto Nunho, que estava por elle, e assi o fez. 

viernes, 31 de marzo de 2017

COLON CORSARIO: LA BATALLA NAVAL DE 1476 EN CABO DE SANTA MARIA .


OTRA EPÍSTOLA SUYA [de Diego de Valera ] AL REY DON FERNANDO, NUESTRO SEÑOR, DESPUÉS DE LA BATALLA ÁVIDA POR LOS FRANCESES É PORTOGUESES CON LOS GINOUESES, CERCA DEL CABO DE SANTA MARÍA.


    Muy alto é muy ecelente Príncipe más poderoso Rey é Señor:

    ¡O quán ynconprehensibles son los secretos juysios de nuestro Señor! Quien pudiera tal caso pensar, Príncipe muy bien aventurado, qual es agora en esta comarca acaescido, donde asy fué, Príncipe muy Esclarescido, que el domingo que fueron diez de agosto fisieron vela de la vaya de Calés tres carracas é vn vrca é vna galeaza ginouesas, é falláronse el martes syguiente, que fueron doze de dicho mes á ora de tercia, al Cabo de Santa María, ques treynta é seys leguas de Calés, con la flota del rey de Francia, en que venian catorze muy gruesas naos, las quales avian fecho vela del rio de Lisbona

lunes, 9 de enero de 2017

COLON CORSARIO FRANCIA Y PORTUGAL 1475-1476-1477 : EN CRONICA DE ALFONSO DE PALENCIA.



          Referencias del COLÓN CORSARIO extraidas del testimonio de Alfonso de Palencia, en su obra escrita en latin traducida al castellano,cronista del rey Enrique IV y de los reyes Catolicos.:

    "...Pronto comprendió el embajador (Fernado del Pulgar,de parte del rey Fernando) que el rey Luis (de Francia) trataba de engañarle aparentando el ajuste de aquellos pactos, porque ya decididamente en favor de D. Alfonso de Portugal, en vez de embajadores, se disponía á enviar numerosas tropas á las fronteras de Gascuña confinantes con Fuenterrabía para romper la guerra en favor del Portugués contra los de D. Fernando. 

domingo, 4 de diciembre de 2016

DOCUMENTO :SOTOMAYOR Y COLON CORSARIO PORTUGAL(1476).


       González (Fernand). Vecino de San Vicente de la Barquera, hijo de Juan González y Teresa González de Herrera, nieto de Juan González y Juana del Corro.

      Entre las declaraciones de los testigos hay datos interesantes  que no queremos dejar de copiar. Dice el primero de ellos, llamado